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Beleza - Bronzeador/Protetor Solar

Novos tempos 

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Embora sejam produtos indicados para cuidado com a pele quando exposta ao sol, o bronzeador e o protetor solar apresentaram performances opostas na pesquisa que detectou o movimento de vendas no varejo.

A categoria de bronzeador aumentou em 3,7% o movimento de comercialização (em valor). Apresentou uma reação substancial no Centro-Oeste, região que apontou alta de 62,4%. Por sua vez, a versão do produto preferida pelos consumidores é à base de óleo, que domina o mercado.
No caso do protetor solar, o levantamento aponta uma retração de 8,6% no movimento de venda, no montante faturado. 

No desempenho por região, a única variação positiva foi apurada junto ao comércio do interior de São Paulo, e é de apenas 1,8% entre as sete pesquisadas. Avaliando o retrato das duas categorias, Manuel Pereira da Silva, diretor-presidente do grupo de 15 Distribuidores Especializados em Cosméticos (DECs), que hoje atende 140 mil clientes, explica que o movimento de vendas está adequado ao contexto em que a análise foi feita.

A alta dos bronzeadores reflete o período da comercialização antes da pandemia, quando praias e clubes estavam abertos. Porém, no caso dos protetores solares, eles são comercializados o ano inteiro, no dia a dia.

“Mas como as medidas de combate à covid-19 levaram ao isolamento social, o consumo da categoria de protetores retraiu a partir de março, enquanto os bronzeadores encerraram o período tradicional de maior consumo, antes da pandemia. Agora, em novembro e dezembro, as vendas de bronzeador serão retomadas.”

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