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Entrevista

União ampla e muito trabalho

Leonardo Miguel Severini, diretor do Grupo Vila Nova, com 44 anos, é o novo presidente da ABAD desde primeiro de janeiro. Em suas metas, está o fortalecimento do associativismo e as áreas digital e política da entidade, além de dar continuidade ao plano de comunicação

Por Claudia Rivoiro

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O administrador de empresas e advogado Leonardo Miguel Severini é o novo presidente da ABAD para o mandato 2021-2022 e assume com amplo conhecimento do setor, já que está trabalhando nos negócios da família, o Grupo Vila Nova, há 20 anos. Mineiro de Poços de Caldas, cidade turística de Minas Gerais, é casado com  Janete Galante Severini, pai de dois filhos, Leonardo e Manuela, e há muitos anos frequenta a entidade.

Participante ativo da diretoria da ABAD, como vice-presidente desde 2013, Severini foi também o segundo presidente da Ademig, filiada mineira da entidade, por dois mandatos, de 2005 a 2008. Na entrevista a seguir, ele adianta os seus planos, aborda a pandemia e como deverá ser a sua atuação frente à ABAD. 

D: Como espera encontrar a entidade depois de um ano difícil como foi o de 2020?

LS: Espero encontrar como a vi nos últimos anos, fortalecida e firme em seus propósitos. Apesar de o ano  passado ter sido  difícil devido à pandemia mundial, o presidente Emerson Destro conseguiu fazer o seu trabalho da melhor maneira possível. 

D: Como acha que será  2021 para a entidade?

LS: A tranquilidade virá com a vacina e a população vacinada poderá circular melhor, o que fará muita diferença na vida dos brasileiros. Acredito que realizaremos o nosso maior evento do setor, a Convenção Anual, em abril, de maneira regular e  estamos com os temas que serão abordados já decididos, como Política, Marketplace, Logística e o futuro do Canal Indireto, mas podemos ainda trazer  novidades.

D: Como se sentiu quando foi empossado presidente no último 23 de novembro? Pergunto porque a sua família é tradicional no setor, com mais de 90 anos de trabalho.

LS: Com maior responsabilidade, já que o setor está presente em todos os estados brasileiros e atende a mais de um milhão de pontos de vendas em cerca de cinco mil municípios do País. Trabalhamos incansavelmente para que não houvesse desabastecimento neste período de restrição da pandemia e ainda continuamos. Tenho minha empresa e negócios para serem administrados, mas também sei que terei de dividir o meu tempo para realizar uma boa gestão à frente da ABAD. Estou muito confiante que faremos um bom trabalho.

D: A gestão anterior se empenhou bastante em uma Agenda Política muito positiva, com forte participação na Unecs (União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços) e nos pleitos do setor. Como pretende participar?

LS: Primeiro, preciso me inteirar das questões, mas sei que quero participar e fará parte importante da minha agenda como presidente da entidade. 

D: Como está enxergando  esse ano que se inicia?

LS: As expectativas são boas, mas sem nenhuma certeza. Na questão política do Brasil, esperamos a aprovação do teto dos gastos públicos para se adequar a uma realidade global. E, claro, a aprovação das reformas. Primeiro, a Administrativa e depois a Tributária. Mas certamente o mais urgente é a aprovação do teto de gastos.

D: Como viu o trabalho do setor durante esse período da pandemia do Covid-19?

LS: Deus está nos detalhes. A operação e o nosso trabalho desenvolvido foram considerados essenciais. A população brasileira e o poder público já entenderam positivamente e  continuaremos a fazer o  melhor.

D: Qual o seu objetivo maior à frente da entidade?

LS: São vários, mas esperamos fazer uma união ampla entre as entidades e, se depender da diretoria, será feita. Além de continuar e intensificar o plano de comunicação com os nossos associados, filiadas e parceiros.   

D: Já estamos em ritmo de produzir mais um ranking anual do setor, que será a sua vigésima sétima edição. Qual a sua expectativa?

LS: Espero que aumente o número de respondentes porque assim teremos uma amostra robusta, com números expressivos e reais, pois é através desse estudo que sempre enfatizamos a pujança do setor atacadista distribuidor.

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