Como sair do “lugar comum” no e-commerce

Hoje calejados de seus prejuízos, os grandes e-commerces vêm revertendo seus resultados negativos com o marketplace, onde pequenos e médios comerciantes disponibilizam seus produtos nos sites das grandes redes de comércio – o famoso “comercializado e vendido por…” escrito embaixo da opção de compra. Este segmento deverá movimentar R$ 115 bilhões em 2018 – 130% de aumento em cinco anos, de acordo com a consultoria Mintel. Estratégias como essa são resultado da evolução do e-commerce e da inspiração em gigantes estrangeiros mais experientes, como a Amazon. Porém, ainda é comum de se ver pontos importantes, esquecidos por grande parte, e que estão relacionados diretamente à inteligência de preços e à real experiência do consumidor.

Em função da alta velocidade de trocas de preços na loja virtual, a inteligência de preços se tornou indispensável para garantir seu posicionamento em relação aos concorrentes. Mas não é só isso! Ela também precisa estar limitada ao possível prejuízo e não podemos nos esquecer do pequeno detalhe que sempre escapa, que é variar tanto os preços a ponto de não garantir os já entregues em campanhas de marketing – como feeds em programas de afiliados.

A experiência do consumidor é, na maior parte das vezes, impactada negativamente no âmbito de negócio pelo despreparo de profissionais técnicos e operacionais. Em sua maioria os programadores técnicos estão focados no prazo de entrega e, portanto, é comumcometerem erros do tipo de duplicidade de produtos, descrições truncadas, links quebrados, arquivos que serão entregues a parceiros e que acabam gerando algum tipo de frustação ao consumidor.

Outro caso são as classificações malfeitas por operacionais destreinados que acabam desviando o consumidor do seu produto desejado, como é o caso dos celulares classificados em categorias de utensílios domésticos. Também encontramos os erros em descrições, onde o produto que tem nome como “Cafeteira EC 220” ter sua voltagem omitida por imaginar que o 220 se trata da mesma, sendo que na verdade é a parte numérica do modelo.

A mesma internet, no entanto, favorece aos pequenos detalhes, uma vez que existem ferramentas que trabalham com recursos de “big data”, auditoria e inteligência de preços – fazendo parcerias que se comprometam com resultados e tenham experiência de vendas que saibam identificar os problemas que podem afetar a experiência de compra dos consumidores e ter um e-commerce com 100% de sucesso.

Leonídio de Oliveira Filho é empresário e criador do site Dica de Preço:www.dicadepreco.com.br.

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