Dicas para ter funcionários felizes e uma gestão mais equilibrada

É cada vez mais comum encontrar executivos jovens que assumem cargos de liderança ou posições de diretoria em grandes companhias. No Brasil, essa realidade se repete. Porém, ser líder exige dedicação e equilíbrio emocional, já que um dos principais receios desses gestores é a possível falta de credibilidade perante seus funcionários, de acordo com pesquisa da consultoria Randstad. Ainda segundo o levantamento, um quinto dos profissionais americanos empregados é mais velho que seu chefe.

“Líderes jovens precisam conviver com diversas emoções e uma delas é a insegurança, principalmente porque, na maioria das vezes, esse líder é mais novo do que sua equipe e precisa ter jogo de cintura para não deixar isso afetar o seu desempenho”, explica Marcos Roberto Alves, diretor da Thutor (www.thutor.com) – plataforma online de desenvolvimento de pessoas.

O especialista dá dicas baseadas na Filosofia de Gestão – método criado por Márcio Fernandes, um dos líderes empresariais mais admirados do país e referência nacional em gestão de pessoas –, que considera a felicidade a chave para a realização em todos os âmbitos da vida. “No caso de um bom líder, além da felicidade, o respeito, a valorização das pessoas e a coerência entre o discurso e a prática são pontos importantes para que funcionários fiquem felizes e empresas atinjam um alto nível de desenvolvimento”, conta Alves.

Dica 1: tenha interesse genuíno

Um verdadeiro líder deve se preocupar com a felicidade de sua equipe em questões que vão além do trabalho. Ele tem de se preocupar 100%. Sem invadir a individualidade de cada um, mas tem que se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar o momento de cada pessoa.

Dica 2: empregue a proximidade

O contato entre o gestor e o colaborador tem que ser mais fácil e frequente. A proximidade gera resultados positivos para ambas as partes: tanto para o gestor, que ouve a “crítica” e consegue identificar melhor o “problema”, como para o colaborador, que se sente respeitado pelo líder. Além disso, a proximidade gera confiança que aumenta o engajamento dos colaboradores.

Dica 3: use a tecnologia como auxiliar

Em busca de desenvolver e aprimorar sua inteligência emocional, os jovens líderes têm buscado na internet as orientações que precisam. A Thutor tem se destacado em auxiliar esses jovens, pois, além de preços acessíveis, disponibiliza um profissional treinado e ferramentas de desenvolvimento para expandir o potencial de suas competências. Todo o processo acontece de forma online, personalizada e confidencial. “Buscar autoconhecimento é um dos fatores fundamentais para cargos de chefia em qualquer momento da carreira. No caso do jovem, pode ajudar a criar um estilo próprio de liderança, além de ser um dos itens mais decisivos para o sucesso”, finaliza o especialista.

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