Com retomada do comércio, cresce demanda por cabines de higienização contra vírus

Nas últimas semanas, cresceu a demanda por cabines de higienização (fotos: http://bityli.com/rvVIR) em São Paulo e no Rio de Janeiro, como medida de combate ao coronavírus. Empresas como Metrô, CPTM, Carrefour, Banco Original, Socicam e HSI aderiram, e no total foram solicitadas mais de 100 cabines. Com sensores digitais, sem necessidade de toque, elas acionam borrifadores com clorexidina, uma solução hidroalcoólica higienizante, eficaz contra bactérias, fungos, leveduras e vírus. A alta demanda nãsurpreende os desenvolvedores, a agência de live marketing Mercado Jovem e a farmoquímica Neobrax.

“É preciso ficar 4 segundos dentro do box e a solução tem eficácia por 4 horas. A clorexidina não irrita a pele e não requer enxague. Por isso, além das cabines, criamos sete outros modelos, como os menores e específicos para malas em aeroportos e carrinhos em supermercados, além de batentes de portas com aspersão de clorexidina, voltados para comércios, escritórios e condomínios”, explica Rodrigo Clemente, CEO da Mercado Jovem.

A primeira cabine de higienização para pessoas instalada na capital paulista foi na estação Tatuapé da CPTM. Hoje, há também nas estações Vila Olímpia, Itaquera, Paraíso e Sé, e a previsão é de instalação em cerca de 25 estações da CPTM e do Metrô, no total. O digluconato de clorexidina 20% é utilizado para assepsia e desinfecção geral por indústrias de produtos farmacêuticos/hospitalares, cosméticos, odontológicos, veterinários e de limpeza, segundo a Neobrax, que produz a solução hidroalcoólica higienizante.

A Mercado Jovem vem atuando na divulgação e venda das cabines, que acabam sendo também um canal para ativação de marcas adequado ao cenário atual. “Em inciativa pioneira no Brasil, juntamos um grupo com as melhores empresas de cenografia e trabalharmos em prol das milhares de pessoas que estão passando e passarão por nossos boxes neutralizadores. Nosso faro para a inovação vem do desejo que o Brasil retome sua força o quanto antes e de forma definitiva. Tanto que, mesmo após a pandemia, acreditamos que as cabines devem se manter em pontos estratégicos das cidades”, finaliza Clemente.

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