Cargill mantém um ritmo acelerado de inovações e parcerias

Há pouco mais de meio século no mercado brasileiro, a Cargill lidera categorias de alto giro nesse mercado e mantém um ritmo acelerado de inovações e parcerias. Detentora das marcas Lisa, Elefante e Pomarola, a fabricante esforça-se para incentivar os parceiros distribuidores a intensificar sua eficiência no pequeno e médio varejo. “O comércio de bairro precisa oferecer itens do dia a dia e marcas líderes que o consumidor reconheça. Precisamos de um bom parceiro para chegar a esses locais”, comenta Rubens Pereira, diretor-geral da Cargill Food Brasil. Com vigorosa atuação no mercado de food service, a empresa também se preocupa com o atendimento qualificado e estrutura um projeto de cobertura para chegar a todos os Estados brasileiros. “Atualmente, o canal indireto corresponde a 50% das vendas da companhia no varejo nacional e representa grandes possibilidades de crescimento para nós”, diz o executivo. A Cargill possui unidades industriais em 17 Estados brasileiros, escritórios em 191 municípios, mais de 10 mil funcionários e sede em São Paulo.

Como você avalia a atuação da Cargill no mercado brasileiro? No ramo de produtos de consumo, temos um portfólio extenso. O carro-chefe é a marca Lisa com os óleos de cozinha. Também temos grande atuação no segmento de atomatados com marcas líderes de mercado como os molhos de tomate Pomarola e Tarantella, além do consagrado extrato de tomate Elefante, líder absoluto. Na categoria de azeites, fechamos uma parceria com a Borges para a distribuição, e estamos lançando Maria na opção de azeite extravirgem.

Como será a comunicação do lançamento do azeite Maria, marca conhecida até hoje como óleo composto?  Será fácil de identificá-lo na embalagem, pois deixamos bem claro qual é a composição. O azeite terá uma embalagem diferenciada e muito evidente para o lojista e para o consumidor. Com certeza, a novidade ganhará destaque no ponto de venda.

O consumo de azeites está em desenvolvimento por aqui? A penetração da categoria vinha ocorrendo em um crescimento acelerado. Cresceu muito, mas ainda representa só 45% dos lares. Em uma década, sua presença passou de 25% para 45% dos lares. Foi em um momento de economia boa, que possibilitou o consumo nesse patamar, que agora está estagnado. Ainda há muito espaço para crescer, mas vai depender de um momento econômico mais favorável.

Como é o trabalho da empresa no pequeno varejo? Chegamos ao varejo independente via atacado e distribuidor. Temos intensificado o trabalho comercial principalmente com os distribuidores. Neste ano, na sequência da nossa convenção de vendas, abrimos mais um dia para receber os parceiros distribuidores. Sentamos com eles, ouvimos e montamos as estratégias para este fim de ano, e também para 2018. Foi uma experiência enriquecedora, tanto para podermos abrir diálogo como para ouvi-los e congregá-los em um evento.

O food service também é importante para a Cargill, correto? Temos uma estrutura interna na qual uma equipe atende exclusivamente esse nicho. Estamos dando passos estruturais, fortalecendo nosso portfólio com itens que não possuíamos, como o óleo Lisa Algodão em balde de 14 kg e o Elefante em embalagem de 2 kg para atender a esse mercado. Ainda não cobrimos o Brasil inteiro, mas temos um projeto para fechar essa cobertura.

A Cargill está reposicionando o valor dos produtos neste período de baixo consumo? O que temos feito é lançar algumas versões diferenciadas de produtos. Lançamos neste ano o extrato de tomate Elefante em Tetra Paks de 140 g, 280 g e 580 g. Um dos nossos objetivos consiste em oferecer opções para escolhas de menor desembolso ou custo por gramatura para o lojista.

A entrevista completa está disponível na edição digital da Revista Distribuição – setembro. Clique aqui e confira!

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