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Inflação maior neste ano

Redação

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As instituições financeiras consultadas pelo BC – Banco Central alteraram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,78% para 1,94% neste ano. A estimativa de inflação está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo BC. Para 2021, a estimativa de inflação foi ajustada de 3% para 3,01%. A previsão para 2022 e 2023 não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente. A meta de inflação para 2021 é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.

Cardápio de ações

O setor público, que engloba a União, os Estados e os municípios, pode ter uma economia de até 816 bilhões de reais em dez anos com a reforma administrativa conjugada com medidas de disciplina fiscal, segundo cálculos divulgados em estudo realizado por economistas do Ipea
– Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. O estudo não analisa a necessidade de aprovação da proposta de reforma administrativa que foi encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional no início de setembro. De acordo com os autores, o objetivo foi avaliar medidas de maneira geral.

“2,15% foi o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentado em julho, segundo dados divulgados pelo Banco. Nos meses anteriores, em maio e junho, também houve crescimento: 1,86% e 5,32%, respectivamente, de acordo com dados revisados pelo BC. O IBC-Br é um meio de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira, e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços, e agropecuária, além do volume de impostos”

Governo paulista determina prazo até outubro

Com a pandemia da covid-19, vários setores da economia produtiva tiveram recessão e precisaram de incentivos fiscais dos governos para manter a produção e um bom número de colaboradores na ativa. Mesmo com a lenta recuperação, o governo do Estado de São Paulo publicou, em 28 de agosto, o Decreto no 65.156/2020, que determinou o prazo final de vigência, em 31 de outubro de 2020, para diversos benefícios fiscais previstos no Regulamento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A medida vai afetar desde indústrias até serviços ao público consumidor, além de setores como o agropecuário e o de combustíveis.

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