Pesquisa Nielsen Consumer: consumo foi influenciado pela black friday e altas temperaturas

Novembro foi marcado pelo impulso em volume maior que a média do ano, alavancado por menores repasses de preço, novas lojas (especialmente do cash & carry), altas temperaturas e Black Friday – é o que indicam dados da última edição do NIQ Monitor, da Nielsen Consumer .

Em relação a importância percentual de cada canal, o e-commerce se destacou em comparação ao mesmo período do ano passado, com aumento de 20,8 p.p no valor. Em segundo, nesse mesmo comparativo, estão os atacarejos com aumento de 13,3 p.p em valor e 14 p.p. em unidades. Enquanto isso, os hipermercados apresentaram queda de 1,3 p.p. e 1,5 p.p. no valor e unidades, respectivamente.

Sobre as categorias, itens da mercearia como salgadinhos, chocolates e o azeite; industrializados como sorvetes, iogurtes e batatas congeladas; e commodities como o arroz, açúcar e sal de cozinha, se destacaram pela contribuição positiva. Outros itens como cervejas, refrigerantes, desodorantes, amaciantes, inseticidas, plantas, ventiladores e ar-condicionado também apresentaram uma contribuição positiva.

Alguns desses produtos tiveram como um dos seus maiores impulsionadores a alta nas temperaturas. Esse é o caso dos sorvetes, inseticidas, protetores solares, cervejas e ventiladores.

Por outro lado, a margarina, vegetais congelados, sobremesas lácteas, óleo comestível, café em pó, massas alimentícias, mistura de pão e bolo e sementes/grãos, contribuíram negativamente. Além disso, a Vodka, antisséptico para mãos, e sabão em barra apresentaram resultados que concentram mais da metade da retração de suas cestas específicas (bebidas, higiene e beleza, e limpeza).

A pesquisa também analisou a semana da Black Friday e verificou um crescimento de 10,3 p.p. em unidades e 9,9 p.p. em valor, em relação ao mesmo período de 2022.

Fonte: SA Varejo

alimentosbebidasconsumopesquisa
Comentários (0)
Adicionar Comentário