Montadoras

Previsão positiva

Montadoras como a Iveco, a Mercedes Benz e a Peugeto/Citroen driblam dificuldades que atingem a cadeia de suprimentos e projetam crescimento com modelos adequados para o canal indireto

Por Redação

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Enfrentando com firmeza a crise sanitária que assola o Brasil e o mundo desde os primeiros meses do ano passado, as montadoras de caminhões e de veículos leves se mantêm otimistas. A Iveco, por exemplo, segundo Ricardo Barion, seu diretor-comercial, obteve um incremento de 30% nas vendas de caminhões da marca em relação a 2019, segundo dados fornecidos pela Anfavea –Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

“E neste ano continuamos em alta, com um crescimento de 66% de janeiro a abril, enquanto o mercado se expande em 42%, driblando as dificuldades da cadeia de suprimentos em atender nossos clientes. Para o restante do ano, se tivermos um avanço na dinâmica da vacinação, e se o cenário político-econômico permanecer estável, o mercado total deverá crescer em torno de 25% em 2021, retornando a níveis pré-pandemia. Essa é uma previsão da Anfavea”, destaca. 

Segundo o diretor, o resultado positivo é a consolidação de um trabalho estratégico que inclui vigorosos investimentos, melhorias na qualidade técnica e ampliação e renovação do line-up nos últimos anos, com destaque para três pilares: equipe altamente qualificada, portfólio com produtos para diferentes operações do transporte de cargas e rede com 77 pontos de atendimento distribuídos no Brasil.

Para o setor atacadista distribuidor, Barion destaca o lançamento do novo Iveco Daily, com versões entre 3,5 t a 6 t, e que continua sendo o principal competidor na categoria em que atua. A linha Daily conta com um sistema multimídia com espelhamento do celular, câmera de ré, volante multifuncional, ar-condicionado digital e luzes diurnas. Na linha Tector, que vai de 9 t a 36 t, a Barion destaca as versões 9 t e 11 t, que atendem os segmentos de utilitários para distribuição/atacado. 

Presente no País há mais de 60 anos, a Mercedes-Benz do Brasil, uma empresa do Grupo Daimler, produz todos os segmentos de veículos: automóveis, comerciais leves (Sprinter), caminhões e chassis de ônibus. Em 2018,iniciou um ciclo de investimentos com lançamentos de caminhões, campo de provas, totalizando um aporte  de R$ 2,4 bilhões  até 2022. O portfólio da marca inclui as linhas de caminhões Accelo, que são os compactos, Atego, para médias distâncias e os da família Axor e Actros para longas distâncias.”Todos os caminhões possuem serviços de manutenção e telemetria de fábrica”, destaca Rafael Abolis, gerente de Vendas de Caminhões a Frotistas da Mercedes-Benz do Brasil.

Abolis, da Mercedes-Benz do Brasil: “Os caminhões contam
com serviços de manutenção e telemetria de fábrica”

Utilitários

O Grupo Stellantis, que reúne as marcas Peugeot, Citroen, Fiat e Jeep no Brasil, destaca para o setor atacadista distribuidor, desde janeiro, os modelos Peugeot Expert e Citroen Jumpy Furgão, utilitários para qualquer tipo de carga, que suportam até 1.500 kg e cuja altura máxima é de 1,94 m, o que facilita o tráfego entre prédios e garagens. Segundo Guilherme Alves, executivo da empresa, “são veículos leves para círculos urbanos e distâncias curtas, em especial para entregas.

Barion, da Iveco: “Neste ano continuamos em alta, com um crescimento de 66% de janeiro a abril”

Ambos são campeões de vendas, principalmente nas Regiões Sul e Sudeste, onde são muito procurados”, observa. Para 2021, tem se a expectativa de que o ritmo será mantido, e, segundo Alves, o mercado de veículos para entrega/delivery cresceu muito, comercializando cerca de 500 carros por mês. A Fiat, por sua vez, oferece ao mercado dois modelos: Fiorino e a Ducatto.


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