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Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura, apresenta planos e futuras ações da pasta emlive com associados da ABAD e da Abralog

Redação

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Na tarde de 7 de agosto, em evento conjunto promovido pela ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores e pela Abralog – Associação Brasileira de Logística, Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura, fez considerações sobre o trabalho realizado até agora pela sua pasta, sobre as ações futuras e sobre as ações já em andamento.

A live contou com mediação do advogado Alessandro  Dessimoni, e com a presença dos  presidentes das duas entidades, Emerson Destro, da ABAD, e Pedro Moreira, da Abralog, e dos convidados especiais Marcelo Arantes, diretor-executivo de Supply Chain do GPA, Ramon Alcaraz, CEO da Fadel Transportes e Logística, e Rodrigo Koelle, líder de Transporte e Logística da Cargill.

O presidente Destro ressaltou que a participação do ministro Tarcísio foi muito oportuna, pois o setor atacadista distribuidor é muito impactado pela logística e pela infraestrutura nos meios de transporte no País, destacando que no atual governo os empresários estão sendo ouvidos pelos órgãos competentes.

“Os custos de logística e transporte impactam no bolso do consumidor; daí a importância de apresentarmos essas questões e de contarmos com agendas conjuntas”, observou.

Pedro Moreira destacou que o comitê de logística, criado no ano passado pelas duas entidades, veio para unir forças e dialogar sobre vários temas em comum.

Em sua explanação, o ministro Tarcísio falou sobre o que já foi feito desde que assumiu o cargo e também sobre as ações que planeja sobre o futuro, muitas delas já em andamento, como os leilões de ativos já realizados, que, segundo ele, foram mais de 30 no ano passado. Também destacou o fortalecimento das agências reguladoras, a resolução de passivos deixados, como a privatização do Aeroporto de Viracopos, o incremento dos portos, como o de Suape, em Pernambuco, e outras futuras  desestatizações que deverão acontecer.

“Estão  previstas concessões de rodo-vias federais ainda neste ano, leilões e a criação de mecanismos para desburocratizar os processos de concessões. Estamos muito otimistas com o andamento. E sem-pre que me perguntam: ‘Como faremos tudo?’, a minha resposta é: ‘Trabalhando.’ Queremos ter um movimento perene e não um voo de galinha”, finalizou.

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