Distribuição https://distribuicao.abad.com.br A Revista de Negócios dos Atacadistas Distribuidores Fri, 29 May 2020 12:24:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.1 Saiba quais são os desafios para o consumo em 2020 https://distribuicao.abad.com.br/negocios/saiba-quais-sao-os-desafios-para-o-consumo-em-2020/ https://distribuicao.abad.com.br/negocios/saiba-quais-sao-os-desafios-para-o-consumo-em-2020/#respond Fri, 29 May 2020 11:46:51 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019618

por Rúbia Evangelinellis Os economistas projetam para 2020 um quadro de grande retração que tem por causa o impacto da pandemia somado à crise política. A previsão é de um PIB negativo mais de 5%, baseado nas estimativas do mercado financeiro e divulgado em maio.Eduardo Terra, especialista em varejo, traça um cenário do mercado consumidor […]

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por Rúbia Evangelinellis

Os economistas projetam para 2020 um quadro de grande retração que tem por causa o impacto da pandemia somado à crise política. A previsão é de um PIB negativo mais de 5%, baseado nas estimativas do mercado financeiro e divulgado em maio.
Eduardo Terra, especialista em varejo, traça um cenário do mercado consumidor considerando o atual isolamento social, a fase pós-quarentena (de três a seis meses) e o futuro (no médio ao longo prazo), quando se espera a normalização sanitária e o surgimento da vacina ou remédio de combate ao Covid-19.

A primeira mudança perceptível, acrescenta, é a digitalização da distribuição e do consumo. “Como as pessoas têm medo de ir ao varejo físico, acredito que no curto prazo ainda teremos esse movimento de compra digital. Somente depois que os problemas sanitários forem resolvidos será possível avaliar se o hábito do e-commerce permanecerá”, ressalta, destacando que até mesmo os varejistas passaram a comprar mais pelos serviços on-line do canal indireto.

Além de acelerar o processo de digitalização de cinco anos para cinco meses, destaca, o Covid-19 reforçou a preocupação com a saúde e a limpeza. E mudou a cesta de compra dos brasileiros, inclusive a cesta de alimentos, uma vez que a refeição fora de casa foi substituída pela comida caseira.

Terra reconhece que houve mudanças de desempenho de canais de vendas e na rota de negócios do canal indireto. A previsão é de encolhimento de bares e restaurantes, paralelamente ao crescimento do varejo tradicional, até outubro. “O atacado distribuidor, que atende o food service, terá de se reinventar. Vejo inclusive o atacado de autosserviço, que vende para transformadores, perdendo força. E como não há sortimento completo, também acaba inibindo as vendas para pessoas que evitam circular pelo varejo.” Para o especialista, o momento favorece o varejo de vizinhança com portfólio completo. Mas, a rebote da crise econômica, prevê dificuldades no caixa do pequeno varejo por causa da dificuldade de obtenção de crédito.

Nuno Fouto, coordenador de pesquisa do Provar, lembra que a economia caminhava em ritmo de recuperação lenta, mas sustentável, e retomando as privatizações. A partir do combate à pandemia, o jogo mudou e recursos públicos foram usados em situações emergenciais, sem licitação, abrindo brecha para más compras e desvios de verbas.

Por sua vez, a liberação do auxílio emergencial em parcelas de 600 reais para a população de menor renda é considerada como medida assertiva e que tem reflexos no mercado de consumo. O economista entende, porém, que, uma vez ultrapassada a fase de apoio do setor público à população, caberá ao governo adotar a disciplina fiscal. “Creio que em 2021 será possível adotar o ajuste fiscal e voltar às privatizações. O Brasil tem potencial para atrair investimentos.”

Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, ressalta a intensa retração do comércio. “De 15 de março ao fim de abril, o setor perdeu 106 bilhões de reais, sendo 85% em segmentos considerados não essenciais, de lojas fechadas. O valor equivale à metade do que o varejo vende em um mês.” Ele estima que, por causa da retração, o setor deverá continuar a sofrer perdas significativas até junho.

A ABAD divulgou ontem (28), em coletiva à imprensa, os resultados do Ranking ABAD/Nilsen 2020. O estudo completo foi publicado na edição deste mês da Revista Distribuição.

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Pandemia acelera processo de transformação digital no setor https://distribuicao.abad.com.br/negocios/pandemia-acelera-processo-de-transformacao-digital-no-setor/ https://distribuicao.abad.com.br/negocios/pandemia-acelera-processo-de-transformacao-digital-no-setor/#respond Fri, 29 May 2020 11:42:23 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019616

O presidente Emerson Destro participou neste mês de duas lives promovidas por parceiros da ABAD: a Máxima Tech Show e a TOTVS Talks. Em ambos os eventos, ele destacou os desafios do setor atacadista e distribuidor com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Para Destro, a pandemia está acelerando um processo que já estava em […]

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O presidente Emerson Destro participou neste mês de duas lives promovidas por parceiros da ABAD: a Máxima Tech Show e a TOTVS Talks. Em ambos os eventos, ele destacou os desafios do setor atacadista e distribuidor com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Para Destro, a pandemia está acelerando um processo que já estava em andamento nas empresas. “O e-commerce e o marketplace já estavam entre os projetos dos empresários, mas agora ele definitivamente saiu da gaveta. Todo mundo vai ter que entrar no jogo”, destacou.

Emerson, contudo, não considera que a ascensão desses canais de venda decretará o fim dos modelos tradicionais. “Na minha avaliação, as novas plataformas não vão substituir vendedores e representantes comerciais, que continuam sendo essenciais, e também não garantem sucesso imediato. É mais um canal de vendas, mas que não pode ser ignorado, pois é uma oportunidade de negócio para os nossos clientes”, disse aos participantes da live da Máxima Tech Show, que aconteceu na terça-feira, dia 19.

De acordo com o presidente da ABAD, o setor vai passar por uma grande evolução nesse processo. “É uma evolução que precisa acontecer em nosso canal, mas defendo regras claras nesse processo, principalmente no marketplace. Não pode ser um espaço de leilão, onde quem ganha é quem oferece mais desconto. O objetivo é abastecer a loja com tecnologia”, afirmou.

Nessa evolução, segundo ele, os vendedores e RCAs terão de assumir o papel de consultores de vendas. “Eles vão levar a mensagem da indústria e trabalhar com dados concretos para sugerir a mudança de sortimento, por exemplo. É uma transformação, pois deixa de ser meramente transacional para fazer o papel de um prestador de serviço”, disse durante o evento TOTVS Talks, do qual participou ao lado de Jocélio Parente, ex-presidente da ACAD – Associação Cearense de Atacadistas e Distribuidores. O evento aconteceu nesta quarta, dia 20.

Para rever a live da Máxima Tech Show na íntegra, ACESSE. O link estará disponível especialmente para a ABAD até o dia 31 de maio.

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Vinícola Aurora relança linha de vinhos Marcus James https://distribuicao.abad.com.br/lancamentos/vinicola-aurora-relanca-linha-de-vinhos-marcus-james/ https://distribuicao.abad.com.br/lancamentos/vinicola-aurora-relanca-linha-de-vinhos-marcus-james/#respond Fri, 29 May 2020 11:34:45 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019613

Uma cara nova para uma das marcas de vinhos mais conhecidas no Brasil. É com este desafio que a Vinícola Aurora lança a nova linha Marcus James Reservado, voltada exclusivamente para o off trade, nas variedades de vinhos finos tintos Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat, Pinotage, Pinot Noir e brancos Chardonnay e Riesling. Desde 1986 no […]

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Uma cara nova para uma das marcas de vinhos mais conhecidas no Brasil. É com este desafio que a Vinícola Aurora lança a nova linha Marcus James Reservado, voltada exclusivamente para o off trade, nas variedades de vinhos finos tintos Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat, Pinotage, Pinot Noir e brancos Chardonnay e Riesling.

Desde 1986 no portfólio da maior cooperativa vinícola do Brasil, os rótulos desta linha somam 89 medalhas em importantes concursos do Brasil e do mundo, incluindo premiações em certames na França, Inglaterra e Argentina.

Em 2019, a Marcus James apareceu entre as 10 marcas mais lembradas do Brasil na categoria vinhos pela empresa de pesquisa e marketing Wine Intelligence.

O gerente de Marketing da Vinícola Aurora, Rodrigo Valério, justifica a mudança na linha Marcus James como uma forma de atender à crescente demanda do mercado brasileiro por vinhos mais leves, com uma rotulagem mais moderna e trazendo a palavra Reservado, uma das denominações que foram incorporadas pela legislação aos vinhos nacionais.

“Os vinhos Marcus James Reservado são jovens, frutados, com pouca ou nenhuma madeira e se adequam perfeitamente ao paladar do brasileiro. A opção pela mudança foi uma oportunidade que tivemos de atender a atualização desta denominação olhando para o nosso portfólio e relançando esta linha já consagrada, com uma apresentação mais moderna, mais direta e mais atual”, explica.

O novo rótulo traz a distinção Top 10 da pesquisa Global Wine Power Brand, da Wine Intelligence, e mantém as cores dos atuais selos da linha Marcus James. Para atender à diversidade do público, a linha repaginada permanece com opções de vinhos seco (Tannat), meio seco (Merlot, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Pinotage e Chardonnay) e suave (Riesling). Também estão disponíveis em embalagem bag in box de três litros, nas variedades Merlot e Chardonnay, ambos meio secos.
“É importante destacar, além da variedade de rótulos, o custo benefício desta linha que faz com que se mantenha no mercado por tantos anos, agora com uma apresentação mais moderna”, reforça Valério.

A linha Marcus James Reservado está entre as 13 marcas da Vinícola Aurora, compondo os 220 itens do portfólio da empresa, e são vendidos em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. A Vinícola Aurora conta com a dedicação de 1,1 mil famílias associadas, em 11 municípios da Serra Gaúcha, e o engajamento de 500 funcionários divididos em três unidades em Bento Gonçalves e uma em Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul.

Novo rótulo traz a distinção Top 10 da pesquisa Wine Intelligence e mantém as cores dos atuais selos da linha Marcus James

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Grupo 3corações divulga pacote de doações para o combate à COVID-19 https://distribuicao.abad.com.br/industria/grupo-3coracoes-divulga-pacote-de-doacoes-para-o-combate-a-covid-19/ https://distribuicao.abad.com.br/industria/grupo-3coracoes-divulga-pacote-de-doacoes-para-o-combate-a-covid-19/#respond Fri, 29 May 2020 11:32:33 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019611

Com o objetivo de contribuir para minimizar o impacto causado pela pandemia do coronavírus, o Grupo 3corações tem trabalhado em duas frentes prioritárias com ações de investimento social no Brasil: apoio à saúde pública, com aportes financeiros para aquisição de respiradores, materiais hospitalares e equipamentos de proteção e combate à fome, com doações de produtos […]

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Com o objetivo de contribuir para minimizar o impacto causado pela pandemia do coronavírus, o Grupo 3corações tem trabalhado em duas frentes prioritárias com ações de investimento social no Brasil: apoio à saúde pública, com aportes financeiros para aquisição de respiradores, materiais hospitalares e equipamentos de proteção e combate à fome, com doações de produtos para compor e comprar cestas básicas.

“Promover e apoiar ações em prol da sociedade fazem parte dos nossos 60 anos de história. Compreendemos o grande compromisso com os nossos irmãos brasileiros, e em um momento delicado como este, a nossa responsabilidade é ainda maior. Temos o dever cívico de ajudar e contribuir para reduzir o impacto desta pandemia na vida das pessoas.”, afirma Pedro Lima, presidente do Grupo 3corações. “Esse é um momento que exige a união e colaboração de todos.”, completa o executivo.

Os aportes financeiros destinados a apoiar à saúde pública foram destinados da seguinte forma:

• Doações de respiradores mecânicos para hospitais públicos dos estados de Minas Gerais, Ceará e São Paulo.
• Doações para aquisição de dois leitos de UTI para funcionamento no Hospital de Amor em Barretos, em São Paulo.
• Manutenção das Unidades de CTI e Tomografia, e aquisição de medicamentos para tratamento de pacientes na Santa Casa de Formiga/MG.
• Doação de 250 mil máscaras de tecido para 49 municípios do Rio Grande do Norte.
• Doação de materiais hospitalares diretamente aos municípios de São Miguel e Mossoró no estado do Rio Grande do Norte.
• Parceria com o SINDICAFÉ, do Rio Grande do Norte, para produção de máscaras de proteção tipo “face-shield” (protetor facial de acrílico), que foram entregues a hospitais da rede pública;

Outra iniciativa da companhia será a adaptação da fábrica de filtros de café do Grupo, localizada em Nova Iguaçu/RJ, para confecção de máscaras faciais descartáveis. Elas terão o mesmo formato de um filtro de café, mas serão produzidas com papel especial, , em parceria com a Ahlstrom-Munksjö – líder global em soluções a base de fibra. Nesta primeira fase serão produzidas 500 mil unidades, que serão doadas a comunidades carentes.

No combate à fome, o Grupo 3corações já realizou doações de 100 toneladas de produtos para composição de cestas básicas em todo Brasil, através de parcerias com clientes e instituições sociais. Esta é a primeira fase de doações de produtos da empresa para o enfrentamento da pandemia, que deve ter sequência nos próximos meses, até que a situação se normalize.

A empresa também realizou uma doação para a Fraternidade sem Fronteiras, uma organização humanitária que atua no Brasil, que foi convertida em 20 mil cestas básicas que serão distribuídas por 53 ONGs espalhadas pelo Brasil. Além disso a ação fomenta a economia local das cidades onde as cestas serão distribuídas, uma vez que as compras de mantimentos para compor as cestas básicas foram feitas em pequenos comércios locais.

O total dos recursos destinados pela empresa ao combate do COVID-19 até a presente data somam R$ 4.792.494,80.

“Precisamos estar sempre ao lado das pessoas, inclusive em momentos difíceis como este que estamos vivendo. Juntos vamos enfrentar as adversidades, buscando as melhores soluções possíveis.”, completa Pedro Lima, presidente do Grupo 3corações.

Além disso, a empresa tem reforçado as medidas de segurança e amparo aos seus colaboradores, em todo Brasil, com a adoção de uma série de iniciativas para auxiliá-los na prevenção, proteção e nos cuidados no dia a dia.

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Com faturamento de R$ 273,5 bilhões, atacado distribuidor cresce 4,5% em 2019 https://distribuicao.abad.com.br/negocios/com-faturamento-de-r-2735-bilhoes-atacado-distribuidor-cresce-45-em-2019/ https://distribuicao.abad.com.br/negocios/com-faturamento-de-r-2735-bilhoes-atacado-distribuidor-cresce-45-em-2019/#respond Thu, 28 May 2020 13:41:50 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019586

O estudo do Ranking ABAD/Nielsen 2020 – ano base 2019, realizado pela ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores em parceria com a consultoria Nielsen, aponta que o setor atacadista e distribuidor atingiu em 2019 faturamento de R$ 273,5 bilhões, a preço de varejo, revelando uma participação de 53% no mercado mercearil nacional, que é […]

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O estudo do Ranking ABAD/Nielsen 2020 – ano base 2019, realizado pela ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores em parceria com a consultoria Nielsen, aponta que o setor atacadista e distribuidor atingiu em 2019 faturamento de R$ 273,5 bilhões, a preço de varejo, revelando uma participação de 53% no mercado mercearil nacional, que é avaliado pela Nielsen em R$ 516,2 bilhões em 2019. É o 16º ano consecutivo em que a participação do setor permanece superior a 50%, reforçando sua abrangência e importância na economia brasileira. No ano passado, o atacado distribuidor registrou crescimento nominal de 4,5% e real de 0,19% sobre o ano anterior. O dado real foi deflacionado pelo índice oficial de inflação (IPCA) calculado pelo IBGE para 2019, que foi de 4,31%.

O Ranking ABAD/Nielsen, publicado desde 1994, analisa anualmente os resultados e a atuação dos agentes de distribuição de todo o país, com informações relevantes para orientar planos estratégicos e investimentos do Canal Indireto.

O estudo traz também uma radiografia individual de todas as empresas participantes do Ranking, que neste ano somam 667 respondentes. O faturamento conjunto dessa amostra em 2019 foi de R$ 123,4 bilhões (a preço de varejo), o que equivale a uma significativa fatia de 45,2% do faturamento do setor.

Nelson Barrizzelli, coordenador de projetos da FIA

Para Nelson Barrizzelli, coordenador de projetos da FIA – Fundação Instituto de Administração, “o atacado distribuidor continua a desempenhar bem seu papel de levar produtos industrializados de amplo consumo aos mais de 5.500 municípios do país. Sem ele, não seria possível manter o abastecimento atual.” Ele também destaca que até mesmo com a competição mais acirrada e a queda do poder aquisitivo do brasileiro, o setor se fortaleceu e apresentou crescimento real.

Emerson Destro, presidente da ABAD, atribui a participação expressiva do setor no mercado à força do varejo independente. “É o canal indireto, fortalecido pela indústria, que abastece o pequeno e médio varejo, que está em crescimento. Esse movimento mostra a importância do setor atacadista distribuidor tanto no aspecto econômico quanto no social.”

Destro destaca ainda que a expectativa do setor antes da Covid-19 era positiva, com sinais promissores na economia, principalmente no início de 2020. “As empresas que atendem o varejo alimentar tiveram um primeiro quadrimestre positivo, de crescimento, embaladas pelo otimismo dos primeiros meses do ano e até pelo incremento provocado pela corrida da população aos supermercados no início da pandemia. Mesmo em abril, com o receio de desabastecimento debelado, o aquecimento se manteve”, ressalta.

Emerson Destro, presidente da ABAD

A expectativa positiva, porém, deve começar a arrefecer no segundo quadrimestre, em razão do aumento do nível de desemprego e, consequentemente, do poder aquisitivo. “Acredito que o consumo será mais racional, mais voltado para produtos essenciais e de primeira necessidade. Já começamos a perceber esse movimento em abril, com uma escolha mais diversificada de marcas e itens de menor valor agregado”, afirma o presidente da ABAD.

Daí para frente, segundo Destro, o desafio das empresas do setor estará na adequação do portfólio oferecido ao varejista, a fim de reduzir o impacto da crise no ambiente de negócios. “Como somos um setor essencial, que vende produtos de primeira necessidade, a expectativa, no fim do ano, é de equilíbrio no faturamento. Mas temos consciência de que é um ano totalmente atípico, e o tamanho do desemprego e, consequentemente, da confiança do consumidor, vão ser determinantes”, conclui.

Tendências de crescimento

Nesta edição do Ranking ABAD/Nielsen consolida-se a tendência de maior crescimento das empresas que atuam em apenas um estado. Se o crescimento médio do setor ficou em 4,5% a variação no faturamento das empresas que atuam em apenas um estado foi de 9,9%.

Já em relação ao porte das empresas, em 2019 o crescimento mais acentuado concentrou-se em empresas de porte grande e médio-grande, em todas as regiões do país.  “Especialmente as empresas que faturam mais de um bilhão de reais registraram crescimento significativo”, confirma o professor Barrizzelli. Contrariando essa tendência, a região Sudeste é a única que apresenta maior crescimento das empresas pequenas e médias.

Ele credita esse crescimento na região à intensa concentração de grandes redes de varejo, principalmente em pontos estratégicos, com lojas de proximidade de metragem reduzida e logística própria para abastecimento. “Esses players não exercem o mesmo impacto em outras regiões geográficas do país”, explica.

Na análise dos dados das empresas que responderam ao Ranking nas duas últimas edições (2019 e 2020), a região que apresentou melhores resultados foi o Centro-Oeste, com crescimento de 12,1%, seguido do Nordeste, com 11,1%. O Sudeste apresentou crescimento de 8,7%, o Norte evoluiu 8,1% e o Sul cresceu 6,5% no período estudado.

Pequenos Varejos

Os estabelecimentos com até quatro checkouts, o pequeno varejo cliente do atacado distribuidor, venderam R$ 111,1 bilhões, com alta de 4,6% em relação ao ano anterior e são atendidos quase totalmente (95%) pelo setor atacadista e distribuidor. O mesmo patamar de importância do canal indireto é detectado no varejo tradicional, que comercializou R$ 51,4 bilhões e cresceu 3,4%.

Outro levantamento da Nielsen, com base nas vendas em 1,1 milhão de pontos de venda (bares, lojas tradicionais, autosserviços, farmácias e perfumarias), registra a comercialização de 148 categorias de produtos. Nesse caso, destaca-se a importância dos alimentos na composição da cesta pesquisada. Representam 39,5% e são seguidos de perto pelo grupo das bebidas, com 38,7%. Por sua vez, os itens de higiene e beleza têm peso menor, de 14%, mas acima do grupo de produtos de limpeza (6,2%) e de bazar (1,6%).

No entanto, em tempos de combate ao Covid-19, e de quarentena, o consumo pelos brasileiros pode adquirir um contorno inovador, segundo Daniel Asp Souza, gerente de Atendimento de Varejo da Nielsen. “Com a pandemia, veio a retração econômica, que deverá impactar o consumo e mudar os hábitos de compra. Por exemplo, já detectamos maior procura por produtos de limpeza, higiene pessoal e vitamina.” Souza acredita que o consumidor tende a escolher estabelecimentos com bom sortimento e preços competitivos, e que ofereçam serviços como delivery e um ambiente constantemente higienizado e de atendimento com proteção.

Top 10 empresas por faturamento – Brasil
Classific.Nome FantasiaUFAno 2020
1ATACADÃOSP42.055.209.787
2MAKRO ATACADISTASP6.530.879.582
3MARTINSMG5.093.696.061
4TAMBASAMG3.474.408.761
5SERVIMED COMERCIALSP2.565.008.823
6ATAKADAO ATAKAREJOBA2.079.688.000
7APOIO MINEIRO/ DECMINAS/ DAMINASMG1.745.914.879
8GAMSC1.713.554.548
9DESTRO MACROATACADOPR1.539.227.736
10ATACADÃO DIA A DIA – B2M ATACAREJOSDF1.513.022.575

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Com olhos voltados para o futuro https://distribuicao.abad.com.br/momento/com-olhos-voltados-para-o-futuro/ https://distribuicao.abad.com.br/momento/com-olhos-voltados-para-o-futuro/#respond Thu, 28 May 2020 13:38:26 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019583

Agora, em meados do segundo trimestre do ano, o atacado distribuidor nacional tem bons motivos para se manter otimista. Independentemente das dificuldades, a verdade é que temos números positivos para comemorar e boas perspectivas de uma retomada da atividade logo à frente. O setor apresentou crescimento de 3% no primeiro trimestre, de acordo com o […]

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Agora, em meados do segundo trimestre do ano, o atacado distribuidor nacional tem bons motivos para se manter otimista. Independentemente das dificuldades, a verdade é que temos números positivos para comemorar e boas perspectivas de uma retomada da atividade logo à frente.

O setor apresentou crescimento de 3% no primeiro trimestre, de acordo com o Banco de Dados ABAD/FIA. Nossa expectativa já era positiva para o período, mas esse bom desempenho foi influenciado pelo aumento do consumo na segunda quinzena de março, quando o consumidor temia o desabastecimento em função da pandemia do novo coronavírus.

O sentimento positivo do setor no início do ano apoiava-se na possibilidade da retomada econômica, uma vez que o País caminhava para se estabilizar na esfera fiscal, com a reforma da previdência e a reforma tributária. Embora essa última tenha sido postergada, avaliamos que o governo conseguiu implementar a tempo as medidas necessárias para contornar a brusca queda de receita de empresas e trabalhadores, evitando o colapso econômico em decorrência da pandemia.

O consumo deverá continuar retraído no segundo trimestre, refletindo a insegurança do consumidor em relação ao futuro e à manutenção de sua capacidade de compra. Mas temos a expectativa de que, uma vez passado o ápice da pandemia, haverá um movimento de retomada impulsionado pelo consumo represado.

Além disso, conhecemos a força e a grande resiliência do nosso setor. Além de trabalhar com produtos de consumo básico pelas famílias, os atacadistas e distribuidores têm, historicamente, superado períodos de crise com galhardia, sempre contribuindo para impulsionar a economia do País.

Um bom exemplo disso é o comportamento do setor desde o início da crise do coronavírus: em nenhum momento suspendemos nossa atividade, nem deixamos de atuar em apoio ao pequeno e médio varejo. Pelo contrário. Graças aos esforços de nossas empresas, garantimos a normalidade do abastecimento de produtos em todos os 5.570 municípios brasileiros.

Outra demonstração da força do setor está patente nos resultados do Ranking ABAD/Nielsen 2020, ano-base 2019, disponíveis nesta edição.

Entre os dados mais notáveis, destacamos o faturamento de 273,5 bilhões de reais, que representa um crescimento nominal de 4,5% sobre 2018. Também mantivemos a significativa fatia de 53% do mercado mercearil nacional. Além disso, a pesquisa indicou que as expectativas de crescimento das empresas se mantêm elevadas para o próximo ano.Com isso, demonstramos mais uma vez que, sendo bons brasileiros, não desistimos nunca. Enfrentamos e superamos as dificuldades com fé, trabalho duro e olhos no futuro. E saímos de cada desafio ainda mais fortes do que quando entramos!

Emerson Destro
Presidente da ABAD

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Coca-Cola, Colgate e Bimbo permanecem como as marcas mais escolhidas pelos consumidores da América Latina https://distribuicao.abad.com.br/negocios/coca-cola-colgate-e-bimbo-permanecem-como-as-marcas-mais-escolhidas-pelos-consumidores-da-america-latina/ https://distribuicao.abad.com.br/negocios/coca-cola-colgate-e-bimbo-permanecem-como-as-marcas-mais-escolhidas-pelos-consumidores-da-america-latina/#respond Thu, 28 May 2020 13:35:06 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019581

26% das marcas que participam do ranking da Kantar são originárias da América Latina e somente 4 delas tiveram crescimento em penetração de 1% ou mais.

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Realizado há 8 anos consecutivos, o ranking anual Brand Footprint, da Kantar, líder global em dados, insights e consultoria, detectou que as marcas Coca-Cola, Colgate e Bimbo foram as três mais escolhidas em 2019 pelos consumidores latino-americanos. O resultado havia sido exatamente igual em 2018.

Outro ponto importante é que as duas primeiras marcas são compradas por 8 em cada 10 famílias da região, e que a Coca-Cola ficou na primeira colocação em 8 dos 14 países analisados.

A marca que mais cresceu, subindo 12 posições e chegando ao 43º lugar do ranking, foi a Oral-B, enquanto a Primor entrou no top 50 ao escalar 7 lugares. Outras que se destacaram foram a Del Valle, que entrou no top 20 ao conquistar 5 posições, e a Vigor, que se fixou na 30ª colocação ao aumentar 6 posições.

26% das marcas que participam do ranking da Kantar são originárias da América Latina e somente 4 delas tiveram crescimento em penetração de 1% ou mais.

O estudo Brand Footprint é um levantamento profundo de mais de 22.900 marcas de bens de consumo massivo, das categorias de bebidas, alimentos, lácteos, saúde, beleza e cuidados com a casa, através da investigação de 74% da população mundial, totalizando 1 bilhão de lares em 52 países dos cinco continentes, que representam 85% do PIB. Agora em 2020, em que vivemos um momento extremamente desafiador, foi incluída uma seção especial sobre o consumo durante a pandemia da Covid-19.

Foram observados três comportamentos semelhantes em quase todos os países: as pessoas estão comprando menos vezes, só que mais unidades por cada viagem; as rotinas de cuidados pessoais mudaram ou foram pausadas devido a menos interações sociais; e o comércio eletrônico disparou, competindo com grandes lojas e fazendo as entregas em domicílio substituírem as ocasiões de consumo que antes eram fora do lar.

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Tribanco, do grupo Martins, vai lançar dois “super apps” https://distribuicao.abad.com.br/negocios/tribanco-do-grupo-martins-vai-lancar-dois-super-apps/ https://distribuicao.abad.com.br/negocios/tribanco-do-grupo-martins-vai-lancar-dois-super-apps/#respond Thu, 28 May 2020 13:29:08 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019573

O banco está destinando mais de R$ 100 milhões mensais para a antecipação de recebíveis para apoiar os varejistas na Covid-19

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No fim de 2018, Ricardo Batista tirou um ano sabático com a promessa de voltar, 12 meses depois, ao posto de diretor da Tricard, operações de cartões do grupo Martins. O retorno ao batente foi, porém, antecipado. Em agosto de 2019, ele foi nomeado CEO do Tribanco, braço financeiro da holding mineira.

A decisão unia dois roteiros e um objetivo. Batista cumpria uma agenda de viagens para ver de perto serviços como os chineses WeChat e Alipay, além de empresas como a indiana Paytm. Já o Tribanco buscava nesses formatos uma inspiração para renovar seu modelo de negócios.

Quase um ano depois, a conexão entre Ásia e Uberlândia (MG) começa a gerar seus primeiros resultados. Com R$ 3 bilhões em ativos, o Tribanco prepara o lançamento de dois “super apps”, apoiados por contas digitais e voltados aos segmentos de pessoa física e de pessoa jurídica.

“Essas empresas asiáticas estão promovendo a inclusão financeira e social de milhões de pessoas por meio da tecnologia”, diz Batista, em entrevista ao NeoFeed. “Queremos levar esse conceito para as classes C, D e E, e para o pequeno e médio varejo.”

Assim como os modelos que inspiraram essa guinada, o plano do Tribanco é oferecer um ecossistema que centralize serviços financeiros e ofertas em outros segmentos. E o ponto de partida envolve a integração com os demais negócios do grupo Martins, uma vertente, até então, pouco explorada.

O pacote inclui frentes como a Unica, empresa de adquirência; a Smart, rede de supermercados; e a eFácil, bandeira de e-commerce e marketplace. A maior oportunidade, no entanto, está no segmento de distribuição e atacado, por meio da companhia que leva o nome da holding.

Dono de uma receita de R$ 5,1 bilhões em 2019, o grupo Martins tem uma base ativa de 120 mil varejistas distribuídos em todo o Brasil, em sua maioria, comércios de pequeno e médio portes. E também está fortalecendo sua agenda digital, por meio de um marketplace B2B, lançado no fim de 2019, com 350 mil compradores, 500 fornecedores e mais de 25 mil produtos.

“Essa conexão com o pequeno e médio varejo e a indústria é um ativo que muitas fintechs, bancos e outros players desejariam ter”, diz Batista. Ele cita as vantagens, por exemplo, na concessão de crédito. “Conheço o quanto esse cliente fatura, sua margem, seu comportamento de compra.”

Banho de loja

Com essa inspiração, na prática, a empresa está dando um banho de loja nas ofertas digitais direcionadas a consumidores e varejistas. Até então, esse portfólio estava mais restrito a produtos e serviços como débito, pagamentos e concessão de crédito.

A primeira versão da nova plataforma para pessoa física vem sendo testada por mil funcionários do grupo. Em junho, o aplicativo será estendido a outros mil profissionais e, em agosto, à base de cerca de um milhão de clientes ativos do banco no segmento.

A primeira versão da nova plataforma para pessoa física vem sendo testada por mil funcionários do grupo

Além do portfólio financeiro, o cliente terá acesso, por exemplo, ao eFácil, à Smart e, no caso dos profissionais autônomos, ao marketplace do Martins e às maquininhas da Unica. Os pedidos e os pagamentos poderão ser feitos e parcelados com poucos cliques.

O Tribanco começa a buscar parceiros para encorpar o aplicativo. O radar inclui segmentos como telecomunicações, telemedicina, consórcios, investimentos, planos de saúde e odontológicos e entretenimento. E passa também pela conexão com plataformas de empregos e de geração de renda. A estratégia se assemelha a do Banco Inter, que lançou um SuperApp no fim do ano passado e já conta com uma movimentação de R$ 100 milhões até abril.

Esse conceito de marketplace também se aplica à plataforma PJ, que está sendo testada por 5 mil clientes do Tribanco e tem previsão de lançamento no segundo semestre, com foco inicial na base de 32 mil varejistas atendidos pelo banco. O portfólio próprio será complementado com ofertas como o marketplace do Martins e os serviços de consultoria e treinamentos da Universidade Martins do Varejo.

Fora do ecossistema do grupo, o Tribanco busca outros produtos e serviços voltados ao pequeno e médio varejo para adicionar ao aplicativo. O escopo inclui, por exemplo, softwares de gestão e de controles de estoque específicos para esse segmento.

O primeiro acordo foi firmado com a Mercafácil, startup de Curitiba (PR), que desenvolveu um sistema de captura de dados no ponto de venda. Com as informações estruturadas, o pequeno varejista consegue criar programas de fidelidade e ofertas mais adequadas ao perfil dos seus clientes.

“No curto prazo, além da nossa base, temos 120 mil empresas que compram regularmente no Martins para acessar”, diz Batista. “E, em uma segunda etapa, a carteira total dessa operação, de mais de 200 mil varejistas.”

Esse universo também será usado para impulsionar o segmento de pessoa física. O Tribanco já oferece cartões cobranded aos clientes de varejistas. E agora, esse cartão dará direito a uma conta digital a esses consumidores.

“No curto prazo, além da nossa base, temos 120 mil empresas que compram regularmente no Martins para acessar”, Ricardo Batista, CEO do Tribanco

O banco tem, no entanto, alguns desafios para impulsionar essas duas frentes. Especialmente na baixa renda. “A combinação entre ofertas financeiras e não financeiras é o próximo estágio desse mercado”, diz Bruno Diniz, fundador da Spiralem, consultoria especializada em inovação para o mercado financeiro.

Ele ressalta, porém, que esse segmento vem atraindo grandes competidores, com marcas fortes e um estreito vínculo com a base da pirâmide. Entre eles, a Via Varejo, com o BanQi, e o Magazine Luiza, que lançou sua carteira digital no início do ano.

“Já em PJ, as perspectivas são mais positivas, pois ainda não é possível enxergar um vencedor nessa arena”, afirma. “E o Tribanco já atua nesse mercado, tem capilaridade e uma base de clientes que possibilita uma largada interessante.”

Covid-19

Antes de entrar, de fato, nessa competição, o Tribanco tem dedicado parte de seu tempo às ações de apoio aos varejistas na Covid-19. Em uma dessas iniciativas, o banco está destinando mais de R$ 100 milhões mensais para a antecipação de recebíveis, por meio da Unica.

O banco não vem tendo grandes alterações no volume de empréstimos, na casa dos R$ 200 milhões mensais. Batista diz que isso se explica pelo fato de que 85% dos clientes são mercados e farmácias, segmentos do varejo menos afetados pela crise.

O banco está destinando mais de R$ 100 milhões mensais para a antecipação de recebíveis para apoiar os varejistas na Covid-19

Segundo dados do Martins, o varejo alimentar e as farmácias registraram, em abril, saltos de 22% e de 23%, nas vendas, respectivamente. Já categorias como materiais de construção e eletroeletrônicos seguem sendo as mais impactadas.

“Estamos sendo um pouco mais conservadores nesses segmentos”, diz o executivo. “Mas nós analisamos caso a caso, pois sabemos o que está acontecendo em cada cidade e temos o histórico desses varejistas.”

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Bauducco Cereale amplia portfólio de produtos integrais https://distribuicao.abad.com.br/lancamentos/bauducco-cereale-amplia-portfolio-de-produtos-integrais/ https://distribuicao.abad.com.br/lancamentos/bauducco-cereale-amplia-portfolio-de-produtos-integrais/#respond Thu, 28 May 2020 13:27:29 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019569

O principal lançamento do ano é o Cereale Toast, que chega para expandir a atuação da marca, indo além da categoria de biscoitos.

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Em um momento em que o consumidor está ainda mais atento à escolha dos produtos, a Bauducco Cereale amplia seu portfólio oferecendo novas opções de consumo. O principal lançamento do ano é o Cereale Toast, que chega para expandir a atuação da marca, indo além da categoria de biscoitos. Outra inovação é o relançamento da linha Cereale Muffin, cujas receitas foram aprimoradas. Para completar, a marca também apresenta um novo sabor na linha de biscoitos integrais com pedaços de Coco & Uva Passa.

“Todos os produtos Bauducco Cereale possuem ingredientes naturais e nutritivos, dando vida a uma experiência surpreendente de sabores, texturas e aromas, que se vê e que se sente. Investimos ainda mais em inovação e qualidade neste ano e oferecemos um portfólio variado, pensando em diversas ocasiões do dia a dia, sempre em linha com as necessidades do nosso público, principalmente agora, momento em que as pessoas estão buscando alternativas práticas para consumir dentro de casa, conta Larissa Fogo, Gerente de Marketing da Bauducco Cereale.

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Maxxi Atacado inaugura loja em Indaiatuba (SP) https://distribuicao.abad.com.br/negocios/maxxi-atacado-inaugura-loja-em-indaiatuba-sp/ https://distribuicao.abad.com.br/negocios/maxxi-atacado-inaugura-loja-em-indaiatuba-sp/#respond Wed, 27 May 2020 12:30:59 +0000 https://distribuicao.abad.com.br/?p=1019200

O Grupo BIG está investindo no segmento de atacarejo com a rede Maxxi Atacado e inaugura a sua primeira loja em Indaiatuba, Região Metropolitana de Campinas. Localizada no bairro Jardim Nova Indaia, a unidade foi preparada para atender os novos padrões de segurança que visam combater à propagação do novo coronavírus no país. Entre as […]

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O Grupo BIG está investindo no segmento de atacarejo com a rede Maxxi Atacado e inaugura a sua primeira loja em Indaiatuba, Região Metropolitana de Campinas. Localizada no bairro Jardim Nova Indaia, a unidade foi preparada para atender os novos padrões de segurança que visam combater à propagação do novo coronavírus no país. Entre as medidas estão o controle do número de clientes na loja, a instalação de placas de acrílico nos caixas, o reforço na higienização dos carrinhos e o uso de luvas e máscaras por parte dos funcionários. Com uma área de vendas de mais de 4mil metros quadrados, a loja será aberta oficialmente nesta quinta-feira, dia 28, às 8h.

A nova loja emprega aproximadamente 190 pessoas de forma direta. O mix de itens à venda passa de 4 mil para 6.500. Já as áreas de checkout ficaram maiores – com 24 unidades.

A iniciativa é parte do projeto que a prevê a mudança de posicionamento da marca Maxxi Atacado, com a transformação estrutural e tecnológica das unidades em todo o Brasil. A bandeira, considerada uma unidade estratégica de negócios para o Grupo BIG, tem foco em consumidores e comerciantes de todos os tamanhos e segmentos. “O formato atacarejo ganhou bastante força nos últimos tempos e enxergamos um grande potencial de crescimento ao reposicionar a marca com diferencial em sortimento, preço, atendimento, autosserviço e experiência de compra, focando em todos os públicos, desde pequenos a grandes comerciais e consumidores finais”, explica Beto Alves, diretor-executivo de Atacado do Grupo BIG.

Até o final de 2020, o formato ganhará mais cinco novas lojas, com as conversões de hipermercados para Maxxi Atacado.

Serviço

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 7h às 22h, e das 8h às 18h aos domingos.
Endereço: R. Ely Lopes de Souza, 705 – Jardim Nova Indaia, Indaiatuba – SP, 13344-480

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